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Dois dias no Plitvice Lakes National Park

O principal destino da Croácia sem dúvida alguma é o Plitvice Lakes National Park (Plitvička jezera, em croata). Eu estava bem ansiosa pra conhecer esse lugar – e quem não ficaria, não é mesmo? E achei que um lugar desses merecia ser explorado na calma, então decidi pela opção de visitar o Plitvice Lakes por dois dias.

Como fomos pra lá no pico da alta temporada, eu já imaginei aquela multidão de gente e nossa experiência no local sendo comprometida por causa disso. Não quis fazer as coisas na pressa ou ter uma circulação limitada dentro do parque por ter muita gente andando pelo mesmo caminho. Com certeza ter ficado dois dias por lá foi a melhor decisão.

Neste post vou contar como foi minha experiência em Plitvice e também algumas dicas práticas. Muita gente visita o parque apenas por um dia, vindo de carro de alguma cidade grande perto ou pegando tour. Eu fiz tudo por conta, pegando transporte público e me hospedando nas proximidades do parque.

MINHA EXPERIÊNCIA

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DIA 1

De Šibenik pegamos um ônibus bem cedo rumo a Plitvice, o ônibus deu muitas voltas e chegamos umas 11 e pouco da manhã.  O parque tem duas entradas e é dividido entre os lagos altos e os baixos. A Entrance 1 é a dos Lower Lakes e a Entrance 2 dos Upper Lakes. O ônibus nos deixou na parada da Entrance 2 e dali fomos comprar nossos ingressos.

Mas antes, deixamos nossas malas no guarda-volumes do parque (que é gratuíto!!), fica perto do estacionamento e a bilheteria dos ingressos ali é muito lotada. Pra evitar ficar muito tempo na fila, descemos já pra entrada do parque que tem uma outra bilheteria um pouco mais vazia (pegamos essa dica com um funcionário). O ingresso para dois dias custou 280 kunas (agosto de 2017) que equivale mais ou menos 37 euros. O complexo do parque é gigantesco e nesse ingresso está incluso barco e ônibus que o parque oferece pra circular entre os lagos. Dá pra fazer tudo a pé, mas nem todo mundo consegue, ainda mais pelo calor, crianças, idosos etc. Ou também pra ganhar tempo nos trajetos.

Mesmo chegando pela Entrance 2 (Upper Lakes), você pode pegar o barco e ir pro lado da Entrance 1 (Lower Lakes) e vice-versa. Os lagos da parte baixa são os mais visitados, então pela hora que chegamos, aqueles lados de lá já estava bem mais abarrotado de gente. O ideal era fazer os lagos da parte alta no primeiro dia e os baixos no dia seguinte chegando bem cedinho (dica também de um funcionário ♥). E assim fizemos, pegamos o barco pra seguir a trilha dos Upper Lakes.

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Estava bem lotado (como já era de se esperar) e em algumas partes do trajeto tinha até fila. Ainda mais se era algum ponto que tinha cachoeira e daí muita gente parava pra tirar foto e ficava impossível de transitar nessas passarelas de madeira. Era respirar fundo, ter paciêcia e seguir em frente aos poucos.

Eu quase não tirei foto desse primeiro dia, justamente por isso (e eu também tava exausta esse dia). Mas é claro, muito encantada com o lugar. Realmente faltam adjetivos pra descrever a cor dos lagos e toda aquela natureza em volta. Chega até ser frustrante tirar foto e não conseguir capturar toda a beleza de Plitvice Lakes.

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Plitvice Lakes é Patrimônio Mundial e é proíbido nadar nos lagos. Acho essa regra boa porque assim preserva os lagos desse paraíso, apesar de que estava fazendo um calorão dos infernos e seria muito refrescante poder entrar nessas águas.

Foi um dia tão maravilhoso que me faltam palavras. Acordamos as 6 da manhã, pegamos 4 horas de estrada e depois fizemos essa trilha de 3 horas. Eu estava muuuuito cansada, super desgastada fisicamente, muito calor na cabeça e toda queimada de sol e muito, muuuito agradecida pela oportunidade de estar ali.

Ficamos também um pouco perdidos com a marcação das trilhas, mas no fim a gente se achou e deu certo. Tinhamos comida e água, mas pegamos um sorvete no final pra dar uma enganada no calor.

O dono do hostel que ficamos foi um anjo nas nossas vidas e que foi buscar a gente de carro na Entrance 2. Antes de chegar lá, li recomendações boas do hostel e que o dono era super legal e ajudava todo mundo. Nessas áreas em volta do parque não tem transporte público (além dos ônibus de viagem que vêm de outras cidades e um ônibus do parque só pra funcionários e não pra visitantes). Vendo toda essa situação, ele decidiu ajudar todo mundo que fica hospedado no hostel dele, levando e buscando do parque em certos horários (ele combina já com todo mundo um horário certo pra não ficar subindo e descendo toda e hora – e pasmem, ele não cobra a mais por isso).

É interior,  um lugar meio remoto e cheio de natureza por perto, então não tem um lugar assim pra você sair pra comer, fora os poucos mercadinhos que fecham cedo. O mais próximo do hostel era longe pra ir caminhando e além de levar e buscar a galera do parque, se quiser ele também faz uma ”excursão” pra ir até o mercado. Por e-mail eu tinha perguntado pra ele sobre isso, já que não teríamos comida pra janta e café da manhã. E ele disse que sem problemas, que tal hora ele ia combinar essa saída pro mercadinho com mais pessoas interessadas também e que pra ele não era problema algum levar a gente lá. Que ser humano maravilhoso!

Durante à noite a temperatura caiu bastante e tivemos um merecido descanso pra repor as energias. Próximo dia, mais Plitvice, mais trilhas!

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DIA 2

Levantamos bem cedo pra pegar essa carona esperta com o melhor dono de hostel que você respeita. Já levamos também nossas malas porque passaríamos o dia inteiro no parque e depois no fim da tarde pegaríamos um ônibus pra Zadar, que saía da parada na Entrance 2.

E que diferença chegar cedo, poucas filas e tudo bem mais tranquilo. Fomos no esquema de deixar as malas no guarda-volumes novamente e da Entrance 2 pegar um barco que cruzava pra Entrance 1. Foi bom pra ganhar tempo, mas na volta fizemos esse trajeto a pé mesmo.

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Quando eu achava que já tinha visto belezas o suficiente nos Upper Lakes, vem os Lower Lakes te jogar na cara mais natureza bonita. Surra de beleza mesmo!

Aproveitando também pra falar de um papo legal que tívemos com o super dono do super hostel. Ele disse que Plitvice é um desses lugares que já está saturado de tanta gente visitar. Que existe uma ideia de querer começar a controlar o número de visitantes. O turismo na Croácia nesses últimos anos cresceu absurdamente, então claro que a sua atração principal também seria afetada com esses números.

Dentro do parque existem esses circuitos de trilhas pra você seguir. Eles recomendam que você só siga pelas trilhas sinalizadas. No ingresso já tem até um mapinha dessas trilhas e tem placas informativas pra você escolher qual trajeto fazer.  Só que o que ele disse pra gente é que, nesses arredores do parque e dentro do próprio parque existem mais um monte de trilhas além dessas demarcadas. Mas o parque só divulga algumas delas. Então claro, todo mundo fica ”limitado” seguindo sempre o mesmo caminho. E que na opinião dele, se eles divulgassem as outras, daria uma aliviada nas trilhas, fazendo com que os visitantes tenham oportunidade de se  espalhar mais pela área. E não é que faz sentido mesmo? Seria bem melhor.

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Seguir caminhando lado a lado com esses lagos que parecem até de mentira é uma experiência incrível. Só que, ver eles de cima é ainda mais sensacional. E claro, subimos no caminho que te dá uma visão de cima dos lagos, passando até dentro de uma caverna.

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Depois de ver os Lower Lakes de cima de um lado, atravessámos pra ver o outro lado também, onde tem a cachoeira mais alta. Nessas horas o parque já estava ficando cada vez mais cheio e aquela área perto da cachoeira estava bem movimentada.

E por que falei desse papo das trilhas não divulgadas aqui em cima? Porque depois de ter andando pelas trilhas demarcadas, perto da cachoeira vimos uns degraus pra subir, mas que não tinha nenhuma sinalização se era pra alguma trilha. Resolvemos subir de curiosidade e qualquer coisa poderíamos dar meia volta.

Foi uma surpresa e tanto ir subindo e descobrindo um caminho diferente. Com mais sombra, mais floresta e o melhor de tudo, menos gente!

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Conforme caminhávamos, vinha aquela paz de até conseguir contar nos dedos quantas pessoas cruzaram nosso caminho nessa trilha. E o melhor de tudo mesmo foram as vistas. As vistas mais bonitas que vimos no parque inteiro foram dessa trilha. Que felicidade enorme de ter ”descoberto” essa outra alternativa, com certeza foi o ponto mais alto da visita em Plitvice.

De tirar o fôlego! ♥

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Suada, cansada e muito feliz. Que lugar é esse, minha gente? ♥

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Achei que nenhuma outra vista iria me impressionar mais. Ficamos um tempo descansando e aos poucos indo explorar mais, encontrando outras vistas lindas pelo caminho.

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Acho que esse lado e essa trilha fica menos movimentada por não estar demarcada. E também porque é mais íngrime subir até lá e leva um pouco mais de tempo, então acredito que quem esteja com tour ou tempo contado não explora tantos essas outras áreas.

Mas aí fui surpreendida novamente, porque pra fechar com chave de ouro, veio a vista mais impressionante e linda de todas que eu vi. Plitvice não está nesse mundo pra brincadeira!

IMG_1881IMG_1886IMG_1889IMG_0940IMG_0920IMG_0942Eu não lembro quantas horas durou a trilha do dia 2, eu diria que umas 5 horas. É difícil também dizer qual delas eu segui, porque no final das contas tanto Upper Lakes e Lower Lakes misturamos todas as trilhas (elas são separadas por letras, tem A, B, C etc..). E elas também se conectam, você pode ir fazendo um pouco de cada.

Depois de tanto andar, voltamos pra Entrance 2 a pé, ficamos lá um bom tempo pra descansar, comer e esperar o ônibus pra Zadar.

Plitvice Lakes era tudo que eu imaginei e mais um pouco. Entrou fácil pra minha lista de trilhas preferidas. Não me importaria em voltar e fazer tudo de novo e explorar muito mais dessa região. Croácia é um país muito fantástico!

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DICAS PRÁTICAS

  • Vá com calçados confortáveis! Mesmo que você não vá fazer a trilha mais longa, você com certeza vai passar mais de 2 horas caminhando. As trilhas mais curtas levam em torno de 2-3 horas.
  • Mesmo que as trilhas sejam fáceis de andar e com uma passarela de madeira, quem for com crianças pequenas não levem carrinhos (ou deixem no guarda-volumes). Acho que vai ser mais confortável carregar a criança em uma mochila própria de hiking ou sling. Vi algumas famílias com carrinhos lá e deu pra perceber eles passando perrengue. Tem subida, tem caminho de terra. Enfim, carrinho não é uma boa ideia (na minha humilde opinião)
  • O parque disponibiliza guarda-volumes gratuíto na Entrance 2. Mas leve pertences de valor com você. O guarda-volumes é uma casinha e os funcionários não ficam lá fazendo o controle. Você pega a chave com um deles, abre o lugar, deixa as suas coisas, fecha e depois entrega a chave pra eles. Meu passaporte, dinheiro, camera etc ficaram tudo comigo.
  • Entrance 2 é melhor pra comprar ingressos. A bilheteria do estacionamento é mais lotada, então siga como se você fosse entrar no parque, ao lado dessa entradinha onde os funcionários ficam fazendo o controle dos tickets fica uma bilheteria com uma fila menor.
  • Se você tiver tempo, fique dois dias! Dá pra conhecer o parque em 1 dia bem proveitoso, dá pra fazer tanto a trilha dos lagos baixos quanto dos altos de uma vez só, é cansativo, mas dá pra fazer. Mas se você tiver com tempo no roteiro, fique dois dias sim, vale muito mais a pena e dá pra aproveitar muito mais.
  • Ficar hospedado nas proximidades do parque é uma boa opção. Essa região é linda e pra quem curte natureza é um prato cheio.
  • Dá pra fazer por conta própria, sem precisar de tour. E foi o que eu fiz, pela minha experiência dá pra ver que é bem possível. Só planejar direitinho o horário dos ônibus de uma cidade pra outra. A sua hospedagem e se você vai conseguir acesso ao parque com facilidade. Por ser no meio da natureza, pode parecer meio impossível fazer sem tour ou carro, mas dá sim.
  • Nas proximidades tem opção de acomodação pra todos os gostos. Eu fiquei em hostel porque é o meu estilo de viagem e também porque foi uma ótima opção. Mas dá pra achar por ali hotéis ou acomodações mais luxuosas se esse for mais o teu estilo.
  • Lembre-se que é um lugar remoto. Se na tua opção de hospedagem não oferecer refeições, na cidade anterior já compre alguns snacks e comidinhas pra não precisar passar perrengue com isso, caso a tua acomodação não tenha ninguém que te leve até o mercado.

Plitvice Lakes é um lugar que vai ficar pra sempre na minha memória. Fiquei morrendo de vontade de visitar no inverno também e quem sabe ver o parque coberto de neve (siim!). Espero que vocês tenham gostado de saber como foi minha experiência por lá e que esse post ajude alguém de alguma forma. Nem que for pra deixar alguém doido pra visitar também. hehe estamos aqui pra isso!

>>> E quem aqui já esteve lá? Me contem nos comentários como foi sua experiência. ♥

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//25 Comments

  1. Ana Beatriz

    março 12, 2018 at 1:27 am

    Apaixonadíssima por esse lugar. Como a água é transparente, nossa! Chega a ser impressionante! Com certeza um passeio e uma trilha que vale a pena fazer, mesmo andando horas. Deve ser impressionante ver tanta beleza de perto!

    1. Taís

      março 15, 2018 at 10:47 pm

      É muito incrível, Ana.. dá nem pra explicar <3

  2. Claudia Hi

    março 12, 2018 at 12:23 pm

    “Chega até ser frustrante tirar foto e não conseguir capturar toda a beleza de Plitvice Lakes.” sinto muito isso quando vou viajar. Dá uma tristeza…

    Nossa Taís que incrível esse dono do hostel hein?! Muito bom saber que ainda existem pessoas maravilhosas assim.

    Ah eu adoro visitar cidadezinhas de interior. Adoro o clima e as pessoas. Apesar das poucas opções e comércios fechando cedo, acho que vale super a pena conhecer esses municípios menos movimentados/conhecidos.

    1. Taís

      março 15, 2018 at 10:58 pm

      Com certeza, vale muito a pena!

  3. Gabi

    março 12, 2018 at 12:24 pm

    QUE LUGAR MARAVILHOSOOOO!!!! Que que é isso gentemmm?!?! Chocada!! Sério, já tinha visto fotos, e tal, mas nunca tinha me chamado muita atenção. Que lugar fantástico. É uma pena mesmo não poder nadar, mas altamente compreensível… o turismo em massa anda “matando” algumas atrações, as pessoas são sem noção, sem educação, e no fim, tem que ser xiita na preservação mesmo. E vale a pena, olha que lindeza! E você ta gata demais nas fotos, o azul de fundo te caiu bem haha. Beijos!

    1. Taís

      março 15, 2018 at 11:15 pm

      hahaha obrigada, Gabi! <3
      É uma pena mesmo não poder nadar, mas como você disse, altamente compreesível.. quando cheguei lá e vi aqueles lagos maravilhosos, agradeci por eles terem essa regra pra preservar o local <3

  4. Váh

    março 12, 2018 at 5:40 pm

    Que lugar magnífico!! ♥
    E que lindas você nas fotos, super fofa!
    Onde você morava/mora no Brasil?

    https://heyimwiththeband.blogspot.com.br/

    1. Taís

      março 15, 2018 at 11:40 pm

      haha obrigada! <3
      Eu morava em São paulo.

  5. Amanda

    março 12, 2018 at 9:02 pm

    Eu amo demaaaaais suas fotos, eu sempre digo isso né? hahaha mas é, seus posts me inspiram. Sobre esse lugar, que lindo em! Ainda bem que vc foi com tempo, realmente é mta coisa pra se explorar. Acho massa isso também de ir independente pra visita, tipo pegando ônibus e tudo mais. Parabéns pelo post, ficou informativo e muito lindo. beijos.

    1. Taís

      março 15, 2018 at 11:42 pm

      Ahh muito obrigada mesmo, Amanda, você sempre muito querida! <3

  6. Luciana Freitas

    março 13, 2018 at 1:39 pm

    Que post excelente! Super completo para quem quer conhecer por conta própria o parque. Uma pena que no primeiro dia estava tão cheio que você desanimou para tirar fotos. Em compensação no segundo você tirou fotos deslumbrantes (e ainda achou uma trilha não demarcada…).

    1. Taís

      março 15, 2018 at 11:53 pm

      Obrigada, Luciana! Fico feliz que tenha gostado <3

  7. Camila Faria

    março 13, 2018 at 7:13 pm

    Oi Taís, eu também fiz por conta própria, mas fui em apenas um dia. Me “perdi” bastante nas trilhas, achei gostoso isso de uma trilha atravessar a outra e as muitas possibilidades de ir escolhendo os caminhos. Mas acho que eu dei sorte porque estava bem vazio quando eu fui. Fiquei com vontade de voltar e procurar essa trilha esperta que você encontrou, que vista!!!

    Beijo, beijo :*

    1. Taís

      março 15, 2018 at 11:56 pm

      Também achei bem legal isso, Cá.. de você poder fazer um pouco de cada uma 🙂

  8. Jair Prandi

    março 13, 2018 at 10:04 pm

    Que lugar fantástico!
    Sempre via fotos do lugar, mas nunca tinha lido sobre ele, não sabia que o lugar era tão grande e tinha tantas opções.

    1. Taís

      março 15, 2018 at 11:58 pm

      Oi Jair, Plitvice é sensacional, vale muito a pena visitar 🙂

  9. Keul Fortes

    março 14, 2018 at 2:20 pm

    Sem palavras para esse lugar.. Que fotos são essas gente?! Lindo demaissss! Uma inspiração para conhecer. Já vou colocar na lista de desejos! hahah. Que por sinal toda vez que venho aqui ela só aumenta.

    1. Taís

      março 16, 2018 at 12:00 am

      hahaha <3
      Faz bem em colocar na sua lista de desejos, Plitvice é sensacional 🙂

  10. Maíra Namba

    março 14, 2018 at 6:33 pm

    Confesso que toda vez que vejo post sobre a europa, irlanda, meu coração dá um salto! e penso: logo sou eu! Aguenta Maíra ahahaha
    Ansiosa eu?! magina ahhahaa

    Croácia, tá na lista dos países, que quero visitar quando eu tiver na Irlanda 😀
    JESUS que parque mais lindo!
    tá na lista, com certeza dos lugares, SENHOR!

    adorei as dicas das portarias, menos filas, por favor! MEU DEUS, minha ansiedade tá a mil aqui! to chocada com a beleza desse lugar!

    Nossa é muito bom não nadar, por causa da preservação, mas minha vontade com certeza era pular, eu amo cachoeiras! Ah gente, vendo pessoas como esse dono do hostel, eu acredito mais na humanidade! Nossa faz super sentido isso que ele falou, me lembra muito o parque da chapada dos vendeiros, tem 6 cachoeiras, e você consegue visitar 2 por dia, então tem algumas que ficam mais cheias e outras nem tantoo.. vale a pena! AI MEU DEUS, essa caverna!

    OLHAA ESSA COR DE AGUAAAA, JESUS! TO PIRANDO!

    Eu preciso me recuperar desse post, to falando sério!
    <3 apaixonada!

    1. Taís

      março 16, 2018 at 12:03 am

      hahahaha sua fofa <3
      E eu fico aqui toda empolgada com sua empolgação! hahaha
      Vou ficar muito feliz de ver você se aventurando por esses lugares também. A Croácia é demais e vale muito a pena visitar 🙂

  11. Laura Nolasco

    março 15, 2018 at 5:16 am

    Como lidar com a cor dessa água? Meu deus do céu, eu não ia ser capaz de dar 3 passos sem tirar 100 fotos! hahahahha
    Amei o post… Não fazia ideia da existência desse lugar e já entrou na lista de lugares que sonho conhecer!
    As fotos como sempre estao incríveis.. e que legal o cara do hostel!
    Amei tudo!
    Beijos!

    1. Taís

      março 16, 2018 at 12:07 am

      É muito incrível, Laura.. dá vonta de tirar foto de cada cantinho que você olha. Muita lindeza <3

  12. Ana

    março 17, 2018 at 3:48 pm

    Lugar maravilhoso, Tais, e as fotos ficaram demais! já tinha visto esse lugar em sites pela internet, fiquei um pouco triste que nao dá pra entrar na água, hehe (apesar de ser por um bom motivo). Quero muito conhecer a Croácia! *-*

  13. angela sant anna

    março 19, 2018 at 9:37 am

    vou tentar conhecer esse ano e tb vou pegar alta temporada, 2 dias parece a melhor opção pra explorar beeeem! como sol bate forte ai ne, da esse efeito na camera q some um pouco o azul! passei por isso la no Blausee

  14. Ricardo Pavan

    março 20, 2018 at 9:13 pm

    WOW, que fotos incríveis!!! Eu preciso dar um up na minha fotographia pq voce e a Babs estao arrasando.

    Eu nao tive tempo de visitar os lagos quando fui pra Croácia e nossa, me arrependo tanto!!! Preciso voltar só pra ve-los.

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