América do Sul, Viagens

Sucre – e a aventura começa!

Nosso voo remarcado (depois daquela confusão toda de inicio, veja este post aqui) era às 04 da manhã, ERA mesmo..,Teve um pequeno atraso e saímos já quase às 06, parecia impossível começar a viagem desse jeito.
Entrei no avião e só acordei em Santa Cruz, estava muito cansada e capotei mesmo! Ao chegarmos parecia que estávamos entrando numa sauna, um calor insuportável.
A confusão toda de perder o voo foi boa também por outro lado, aproveitamos e compramos uma passagem aérea de Santa Cruz pra Sucre, trecho que íamos fazer de ônibus, uma viajem longa e pelo que nós pesquisamos uma estrada horrível também. E quase perdemos essa conexão por conta do atraso pra sair de São Paulo, foi uma correria enorme quando chegamos em Santa Cruz… Passar pela imigração, pegar mala, pagar taxa do aeroporto (sim!), fazer check-in de novo, pegar fila… (essa parte foi boa, só de falar que precisava ir pra Sucre, um monte de gente deixou passar na frente)
Depois da correria toda conseguimos embarcar (de primeira classe ainda hahaha), entramos e 10 minutos depois o voo partiu. Voo rápido, 30 minutos!

-A vista do avião indo pra Sucre-
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Sucre é a capital constitucional da Bolívia, com altitude de mais ou menos uns 2.800m, cidade pequena, muito agradável e com muita história pra contar.

Boa pra chegar e descansar também e ir se aclimatando, aqui nos separamos do Flávio e da Thaís e fomos procurar o hostel que a gente já tinha marcado pra ir, de fato, é ‘caro’ para a cidade e para os ‘padrões bolivianos’ como dizem, mas é um bom lugar pra ficar, super perto da Plaza 25 de Mayo (Praça central) e gostamos bastante, recomendo!

Hostal San Francisco e sua beleza colonial-
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Cansados, não resistimos e dormimos (1 hora de sono que pareceram horas, oi fuso horário).. Uma pena porque perdemos o passeio para ver as pegadas de dinossauros (Cal Orko), é um paredão com várias pegadas de várias especies.
Almoçamos na Plaza e depois fomos até a Casa de la Libertad, temperatura agradável e fez um pouquinho de frio por la noche.

-Pacenã Black, bueníssima!-
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-Mate de coca, impossível não beber e em alguns lugares é free-
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Casa de la Libertad – fica na Plaza 25 de Mayo, passeio bem legal pra conhecer um pouco da história da Bolívia. Lá você encontra retratos de presidentes, relíquias, documentos e várias coisas sobre a independência do país.

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-Vista para Plaza-
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Uma coisa que nos impressionou quando chegamos foi a quantidade de ônibus em japonês, é isso mesmo! Ficamos confusos na hora, cheguei a pensar que era algo de colônia japonesa por alí. Depois descobrimos que esses carros que o Japão não usa mais manda tudo pra lá, chegam pelo Chile e vem parar na Bolívia e eles não tiram as propagandas, então é super normal ver várias coisinhas em japonês e confesso que é engraçado. Como a Bolívia não tem fábricas de automóveis é tudo importado.
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Depois à noite aproveitamos e mandamos notícias pra casa, o Vinicius encontrou umas amigas do Rio de Janeiro que indicaram um Pub muito legal cheio dos gringos: Joy Ride

-La noche boliviana jejeje-
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Ahhh sem esquecer que em Sucre compramos nossa primeira Hoja de Coca, que encaramos só no outro dia indo para Potosí.

Cansados, cansados e era só o primeiro dia.
Saludos, hasta la próxima!

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//4 Comments

  1. Larissa Ayumi

    fevereiro 8, 2012 at 3:49 pm

    Poxa, legal saber desse lance com os ônibus, coisas que a gente só descobre indo e vendo né?
    O hotel é super bonitinho e a vista do avião, sem palavras.
    Achei legal também ver um pouco da história do país que se visita, afinal, levar pra casa só fotografias é meio triste.

  2. Ba Moretti

    fevereiro 9, 2012 at 12:16 am

    Invejay horrores. E como assim perderam o passeio pra ver as pegadas de dinossauro? GENTE!

    As fotos ficaram muiiito bacanas. Fiquei super na vontade de viajar também. Não sabia desse lance dos japoneses é realmente deve ser muito bizarro.

    ps. teu cabelo é LINDO

  3. Potosí – e seus 4.090m de altitude – Nýr Dagur

    setembro 17, 2016 at 9:23 pm

    […] por volta das 05:30 da manhã e fomos tomar um desayuno no Mercado Central de Sucre para seguir viagem, o próximo destino era Potosí e tínhamos que ir até o terminal de ônibus […]

  4. Uyuni – Nýr Dagur

    setembro 17, 2016 at 10:23 pm

    […] o mochilão deve se lembrar deles, os mesmos que perderam o voo com a gente e que nos separamos em Sucre. Foi uma baita surpresa, eles ficaram presos na cidade porque não conseguiram fazer o tour […]

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