Viagens

Perrengues de viagens #1

Já contei aqui no blog alguns causos de viagens no post histórias em hostels, sobre coisas engraçados ou não tão engraçadas assim que já me aconteceram em hostels por aí.  E agora, resolvi dedicar um post pra alguns perrengues que passei em outras ocasiões.

Tem quem diga que viagem de sucesso é aquela que tem perrengue. E, no final das contas, a gente volta com umas histórias pra contar quando algo foge do que a gente planejou. Na hora do sufoco dá muita raiva, mas depois só nos resta a rir, não é mesmo? Eu nunca passei um perrengue muito perigoso ou sério, que colocasse minha segurança em risco ou algo do gênero, mas já passei uns bocados aí que não desejo pra ninguém.

O bom de perrengues em viagens é que isso nos dá uma certa experiência. Numa próxima situação parecida, a gente já sabe como reagir ou até mesmo evitá-los.

Köln, Alemanha – Janeiro.2016

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Tínhamos que fazer o check out no hostel, mas ainda tínhamos algumas boas horas pra aproveitar antes do nosso voo. Como na maioria dos hostels, dava pra deixar as malas no storage room enquanto passeávamos pela cidade. Aquele dia estávamos bem cansadas (eu e Lari) e o único plano mesmo era ir até o Museu do Chocolate.

Malas devidamente guardadas lá, seguimos pro museu. Chegando lá na hora de pagar, cadê minha carteira? Como não entrar em pânico nessas horas quando todo seu dinheiro tá num só lugar, com cartão e documentos? Um pesadelo!

Roubada eu não tinha sido, então comecei a lembrar de todos os meus passos e até que bingo, esqueci a porcaria da carteira dentro do storage room no hostel!

Voltei pra lá, mas já esperando que provavelmente não encontraria, ou se encontrasse, meu dinheiro teria sumido. Chegando lá não achei no lugar que tinha imaginado e pronto, alguém pegou! Perguntei na recepção do hostel e para o meu enorme alívio, uma boa alma achou e entregou lá na recepção.

E o melhor de tudo, estava tudinho dentro da minha carteira, nenhuma moedinha tinha sumido! Que dor de cabeça seria se eu não tivesse achado, ufa!

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Copacabana, Bolívia – Janeiro.2012

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O principal objetivo de ter ido pra cidade de Copacabana na Bolívia foi que queríamos visitar a Isla del Sol, uma das ilhas do lago Titicaca. Já estava na reta final do mochilão e eu acabei não pesquisando muito bem as opções pra fazer esse passeio. Andamos pelas ruas da cidade em busca de algum lugar e entramos na primeira agência que vimos. Preço bom, parecia tudo legal e tranquilo, o dono da agência nos mostrou o hostel que ficáriamos na ilha e como gostamos do que vimos, fechamos o passeio lá mesmo.

Estava combinado que assim que chegássemos na Isla del Sol, um funcionário do hostel estária nos esperando no porto  (segurando plaquinhas com nosso nome) e assim ele nos levaria até lá, já que ficava em um outro extremo da ilha. Nosso barco saiu bem cedo de Copacabana e lembro que nesse dia eu tinha acordado com aquela cólica digna de querer a morte. Já foi um sinal de aque aquele dia seria muito errado!

Chegando lá, não tinha ninguém nos esperando.  Saí perguntando pra todo mundo perto do porto, no centro de informações turísticas e nada. Tentei ligar pra agência em Copacabana e o telefone só chamava, ninguém nos atendeu. A opção era procurar um outro lugar pra ficar, mas estava tudo lotado e o único lugar que achamos era horrível – e quando digo horrível é porque era mesmo, não tenho frescuras e já tinha ficado em cada lugar nessa viagem, mas aquele lá era impossível!

Muita gente acampa na ilha, mas não tínhamos barracas. E agora, José? Estava fora de cogitação ficar lá e dormir na praia (era até melhor que o muquifo que achamos), já que a noite a temperatura caia consideravelmente, mesmo sendo verão. O próximo e último barco que voltava pra Copacabana saia em poucos minutos e os operadores começaram a falar em quéchua (lingua local)  pra gente não entender. Tava sentindo que eles iriam passar a perna na gente e não deu outra. Eles queriam um valor muito mais alto do que a passagem normal. Não tínhamos opções, o último barco já estava saindo, era pagar aquela roubada ou dormir na praia com frio (mais aquela insegurança de não saber que coisa pior podia acontecer).

Que raiva, muita raiva de tudo aquilo! Voltei cuspindo fogo, o cara da agência ainda não queria devolver nosso dinheiro. Ameacei chamar a polícia e aí o pilantra devolveu. Que situação chata pra caramba, só deu ruim!

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Aeroporto de Dublin (indo pra Amsterdam) – Maio.2017

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Nosso voo pra Amsterdam era bem cedinho e não morando perto do aeroporto o processo todo fica mais cedo ainda. A Chelsie (minha amiga que foi comigo) tinha alugado um carro pra ela por aqui e a data de devolução era no mesmo dia do nosso voo. Pensamos: dá pra devolver o carro numa boa antes do voo. Ainda mais que a Chelsie disse que o local de devolução era dentro do aeroporto perto do terminal que teríamos que embarcar. Como eu nunca aluguei carro por aqui, achei que era isso mesmo.

Aí vocês imaginam, voo às 7   pouco da manhã, mais uns 40 minutos pra chegar lá (sorte que não tinha trânsito) e mais ter que devolver um carro alugado. Tudo isso saindo de casa apenas com 1h15 de antecedência. Na nossa cabeça tava tudo tranquilo! Só que não, né?

O local de devolução era fora do aeroporto e não dentro. E aí tem que pegar um ônibus que eles disponibilizam pra clientes para voltar pros terminais. Quando pegamos o ônibus faltavam uns 15 minutos pro nosso gate fechar. Desespero? Magina!

Falei pra Chelsie correr como se não houvesse amanhã  e com sorte passariamos por todo o processo de segurança rápido e com mais sorte ainda o gate seria perto!

Sai correndo que nem uma louca e a Chelsie ficou pra trás porque algo da bolsa dela caiu, sem or, que nervoso. Fora que, a tela do celular dela tava quebrada e o leitor não tava reconhecendo a passagem dela. Eu fui na frente e ela ficou pra resolver. Quando passei por toda segurança vi que o nosso portão de embarque estava fechado, aí pensei, eu vou correr mesmo assim e caso não der mesmo, eu já vejo como faz pra embarcarmos no próximo voo.

Mas é claro, que o gate era o fucking último, lá no final do corredor, meu jesuis cristo!

Cheguei lá imagina como, suando até sei lá por onde, parecendo uma louca correndo do capeta ou algo assim. As funcionárias da cia aéra me deram a maravilhosa notícia de que ainda dava pra eu embarcar. Ainda tinha umas 4 pessoas faltando e foram todas chegando esbaforidas também.

Agora, cadê a Chelsie? Ligando pra ela e nada. E as funcionárias dizendo que se ela não chegasse logo não dava pra esperar mais. Até que ela me atende e só diz ”eu to correndo”… E eu mandando mensagem pra ela, corre, corre, corre, plmdds apenas corre!

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Ela chegou no último segundinho possível que eles poderiam liberar nossa entrada. CA-CE-TA-DA, nunca mais quero passar por esse desespero!

O #1 no título é porque provavelmente ainda terão outros posts de perrengues por aqui, como vocês já sabem: a zueira never ends!

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//39 Comments

  1. Lisete Reis

    julho 7, 2017 at 12:21 am

    Ai, Taís! Desculpa, mas tô rindo desse último, que loucura! Mas é como você disse, dando certo no final (ou não), esses perrengues se tornam ótimas histórias, eu adoro lembrar de um lugar por alguma peculiaridade que aconteceu comigo, dá pra se sentir mais conectada a ele. Se bem que aquele lá da agência que não apareceu: que furada, viu! Compartilha o nome pra gente não cometer o mesmo erro, pfvrrr hahaha beijosss e aguardo mais histórias <3

    1. Taís

      julho 11, 2017 at 8:57 pm

      Haha não te culpo, passamos o voo inteiro rindo da loucura que foi pra embarcar xD
      Pior que eu não lembro se não eu divulgava sim.. mas a dica é, pesquisem e vai por indicação em um agência! 🙂
      Beijos!

  2. Pietro Benenevenga

    julho 7, 2017 at 2:37 am

    Das algumas viagens que fiz aqui pelo Brasil e América Latina, nunca passei perrengue ainda bem, mas já aconteceu coisa boa, como chegar na praia de Boa Viagem em Recife, recém saído do avião e achar 300 reais na praia na areia hahaha

    1. Taís

      julho 11, 2017 at 9:16 pm

      hahahaha eita coisa boa! Quero essa sorte também, manda pra cá 🙂

  3. Laura Nolasco

    julho 7, 2017 at 5:22 am

    Hahahah ameeei esse post, fiquei com vontade de escrever também!
    Alguns dos perrengues que já passei: com 17 anos indo pro Rio com meu tio a passagem dele deu um problema, ele não pode ir, mas era pra um show… Eu fui sozinha e cheguei horas antes dele . De carro já rolou uma dor de barriga canina nada agradável também kkkkk…
    Acho que eu ia morrer de desespero nessa da Isla del Sol… socorro! Ia ficar com muita raiva!
    E que sorte a da carteira!
    Beijos!

    1. Taís

      julho 11, 2017 at 9:21 pm

      Uma dor de barriga canina no carro… meu sem or! hahahah
      Escreve seus perrengues sim, Laura, quero ler também! 🙂
      Beijos!

  4. Gabi

    julho 7, 2017 at 11:31 am

    Hahaha excelente Taís, adorei. Quando você fez o post das ciladas de hostels eu acabei lembrando de vários causos e fiz um post de perrengue também. Mas lendo aqui comecei a lembrar de mais coisa hahaha… jajá posso fazer uma continuação também.
    Agora sobre essa correra de chegar atrasada pra voo, é uma das piores coisas. Eu odeio MUITO, e você fica já vendo todos os seus planos indo por água abaixo, e chega toda suada, esbaforida no avião, aí está com aquela adrenalina no alto e tem que ficar sentadinha num espaço minúsculo hahaha.. DETESTO!

    E meu.. esse rolo de Copacabana foi uó, heim. Merecia polícia mesmo! Bando de fdp.

    1. Taís

      julho 11, 2017 at 9:24 pm

      Gabi, pode fazer sua continuação sim que já to aqui doida pra ler hahaha xD
      Sim, eu tava morta de cansada, mas passeio o voo naquela adrenalina e rindo sem parar porque né, que desespero que foi haha
      Nem me fala, nessa da agência eu fiquei tão nervosa que queria sair quebrando a cara de todo mundo naquele lugar >.<

  5. Claudia Hi

    julho 7, 2017 at 11:44 am

    Senhor eu amei esse post Taís! Tô rindo até agora! Puxa mas a do Hostel eu fiquei triste porque achei que no final ia dar tudo certo.

    Agora a história do aeroporto foi a melhor! Do jeito que você descreveu ficou muito divertido. Na hora não, mas depois… haha

    Mal posso esperar para os próximos Perrengues da Taís! rs

    1. Taís

      julho 11, 2017 at 9:38 pm

      Haha tem que rir, viu, Claudia! XD
      Acho que a continuação desse post não deve demorar não haha

  6. Su

    julho 7, 2017 at 2:52 pm

    olha sinceramente, viagem não é viagem se não tem perrengue, viu?
    a gente chora e passa raiva na hora mas depois a gente vê o quanto foi engraçado, haha

    1. Taís

      julho 11, 2017 at 9:47 pm

      hahaha exatamente!

  7. Pollyane Martins | www.diariodepolly.com

    julho 8, 2017 at 12:10 pm

    Adorei o post! Não os perrengues em si, claro, mas o jeito que vc escreve é maravilhoso e parece que a gente tá ali vendo tudo que passou ao vivo! Hahaha Ainda bem, como vc disse, que não são coisas graves! Hehe. Beijooo

    1. Taís

      julho 11, 2017 at 9:52 pm

      haha que bom que gostou, Polly!! No final das contas, só nos resta a rir mesmo xD

  8. Gabi

    julho 8, 2017 at 7:48 pm

    Taís, perdoa, mas tô rindo demais imaginando você correndo, depois sua amiga correndo e tentando falar “tô correndo” no telefone enquanto corria! hahahahaha

    Agora essa situação da Bolívia, zoado, hein? :/
    Espero que tenham mais posts da série, não querendo rir da sua desgraça, mas, né? kkkk
    Bj bj

    1. Taís

      julho 11, 2017 at 9:54 pm

      hahaha super entendo! Depois que passa os perrengues, viram uns causos pra relembrar e ”rir” da desgraça mesmo xD

  9. Camila Lisbôa

    julho 9, 2017 at 2:09 am

    Ah, seus perrengues tão leves… hahahaha tenho umas historias muito mais tensas pra contar auhahhua

    1. Taís

      julho 10, 2017 at 5:04 pm

      Não sabia que tinha “competição” pra ver quem tem perrengue mais tenso

  10. Klécia

    julho 9, 2017 at 4:39 pm

    ahahahahah historietas loucas de viagem, quem não tem? E quem não ri (depois)? hahah Eu tenho uma trash, de esquecer meu celular dentro do banheiro do hostel, saindo de madrugada. Tranquei tudo, e lá fora pah, lembrei da droga do celular em cima da pia. Gritei, chorei, bati na porta… mas o hostel era no segundo andar, não ficavam funcionarios por lá as 6 da manhã, ninguém ia me atender, fato. Fiquei uns 20 minutos desesperada, trancada do lado da rua, pensando em todas as fotos de viagem que estavam no celular, e no trem as 6:30 que eu ia perder com certeza hahah. Até que fui pegar alguma coisa na bolsa, e voilà. Olha o celular. Sai tão no automático colocando na bolsa que nem lembrava. E peguei o trem em tempo. Mas até hoje esse dia me doi hahaha

    1. Taís

      julho 11, 2017 at 9:56 pm

      hahahahaha nossa!! Eu imagino, porque também iria ficar doida com esse dia.. mas que bom que no fim você conseguiu pegar o trem em tempo!

  11. Nath

    julho 10, 2017 at 8:35 am

    Nossa, que horrível essa situação Bolívia! Eu ia ficar com muita raiva também!

    E eu morro de medo de chegar tarde em aeroportos e ter que correr como você fez hahaha Ainda bem que deu tudo certo no final!

    Beijos!

    1. Taís

      julho 11, 2017 at 10:07 pm

      Sim, foi bem frustrante por lá, mas ainda bem que não aconteceu nada grave no final das contas.
      Beijos ;*

  12. Flávia Donohoe

    julho 10, 2017 at 3:57 pm

    Taís do céu, eu fiquei em um hotel bem bacana em Copacabana, agora em Puno eu caí em uma roubada que só de me lembrar já me dá arrepio, desde o ônibus que compramos até a hospedagem foi um perrengue atrás do outro, é bem por isso que não gosto daquela cidade. E esse perrengue de aeroporto é sem dúvida o pior né, eu tenho pavor e pesadelos só de pensar!

    1. Taís

      julho 11, 2017 at 10:08 pm

      Putz, que droga hein.. eu também fiquei com o maior trauma de Copacabana depois desse episodio, só quis saber de sair o mais rapido possivel de lá
      =/

  13. Camila Faria

    julho 10, 2017 at 8:43 pm

    Nossa, eu passei por um perrengue BEM parecido com esse seu no aeroporto de Madrid. Saímos (eu e o namorido) correndo, tipo cena de filme mesmo e o portão era CLARO o mais distante do mundo. Não conseguimos entrar no avião no final das contas e tivemos que dormir uma noite a mais por lá porque não tinha mais vôos no mesmo dia. Dureza. Mas o problema foi a nossa conexão que atrasou por conta da neve. Estávamos super certinhos no horário, pra dar mais raiva ainda. Hahaha!

    1. Taís

      julho 11, 2017 at 10:09 pm

      Aii que raiva mesmo, Cá.. no meu caso eu sabia que tinha sido nossa culpa né.. mas quando acontece por algo que tá fora do seu controle, ai ai >.<

  14. Flávio Borges

    julho 10, 2017 at 11:31 pm

    Wou! Quanto aperto você já passou hehe! Me diverti muito com cada uma das suas história!
    Ano que vem pretendo fazer o mochilão Chile X Bolívia X Peru e já aprendi com o seu perrengue: vou arrumar tudo certinho para ir até a Isla del Sol com o máximo de antecedência possível!

    Um abraço!

  15. Giselle de Almeida

    julho 11, 2017 at 4:59 am

    Olha, eu sou a rainha dos perrengues, super me identifiquei! Sempre acho que é só comigo, ainda bem que eu não tô sozinha!
    Que tensa essa situação na Bolívia. Já ouvi outras histórias de lá também… Não entendo por que tratar turistas dessa maneira, só afasta as pessoas de lá 🙁

  16. Katarina Holanda

    julho 11, 2017 at 3:58 pm

    Hahahaha, amei o post! A gente ri depois porque passou, mas é tenso perrengue em viagem, hein? Especialmente quando tem gente querendo passar a gente pra trás. ¬¬’ Já aconteceu MUITO isso comigo no Rio, criei até um trauma da cidade, haha. Mas acontece em todo canto, tem que ficar ligado :/

  17. priscilla.b

    julho 12, 2017 at 8:51 pm

    Ah rindo demais Ta e tentando reproduzir mentalmente as cenas kkkk!!! Por mais que a gente planeje direitinho nossas viagens, vez ou outra sempre tem um imprevisto né? Tb já passei por vários, inclusive assalto dentro de hostel Xiii nem te conto!! Mas os santos viajantes graças a deus sempre dão uma mãozinha e nos ajudam né??
    Continue com seus posts zueros rsrs
    Saudades mil do seu cantinho sempre tão inspirador
    Bjsss
    Pri
    http://www.styledchicas.blogspot.com.br

  18. Tany

    julho 13, 2017 at 2:32 pm

    QUE DÓ DO ÚLTIMO! HAHAHAHA
    Eu já tive o mesmo problema, só que pior, voltando de um intercâmbio carregando duas malas de mão porque as bagagens estavam explodindo e eu estava sozinha. Ou seja, precisei correr e ir chutando – literalmente – uma mala na minha frente porque não tinha mais mão. As pessoas acharam que eu era doida e eu correndo vermelha enquanto anunciavam que era a última chamada. Felizmente, cheguei no vôo e consegui relaxar, mas foi estressante demais! hahaha Hoje em dia chego super cedo e não carrego mais tanta coisa, ufa.

  19. Marcia Picorallo

    julho 13, 2017 at 7:28 pm

    Gente, eu achava que não tinha perrengue, mas lendo os seus lembrei de vários meus! ahaha. Essa de o portão de embarque ser o último é um clássico do atraso! Igual, só a cabine do trem que fica no final da plataforma quilométrica de trem. Objeto esquecido: meus óculos de leitura em Lisboa. Refiz todos os passos do dia, indo em lojinhas, confeitarias, até que cheguei e os encontrei no banheiro do restaurante. Fiquei tão feliz que dei até beijinhos nos óculos! Mas ainda não rolou de correr o risco de dormir na praia, ahaha.

  20. KARINE

    julho 14, 2017 at 3:44 am

    que chata essa história da bolívia 🙁 e sobre o vôo: meodeos, que desespero! HAHAHAHA

  21. Mariana

    julho 14, 2017 at 4:57 pm

    Ahhhhh, na Bolívia dá para passar umas raivinhas mesmo com o povo tentando tirar vantagem, viu. Acho que o mesmo acontece com os gringos no Brasil. Meu namorado por exemplo ODIOU Salvador porque sentia que toda hora alguém se aproximava para tentar tirar vantagem – veja só, eu sou baiana de coração. Tenho uma visão diferente porque quando morei lá as pessoas foram super amigáveis.

    E quanto ao perrengue do aeroporto, depois de tirar praticamente 20938297 roupas do corpo no raio-X porque minha mochila extrapolava o peso, aprendi a chegar pelo menos 3 horas de antecedência em aeroportos. kkkkk

  22. Clara Rocha

    julho 18, 2017 at 5:16 pm

    O que é uma viagem sem perrengues não é mesmo ? AHAHAHAH acho que a pior de todas foi a de copacabana porque cara, não se faz isso que os moços fizeram. Queriam passar a perna em vocês! Aí que raiva, eu teria feito um barraco lá também. (em geral sou bem calma, mas também sou bem grossa quando me emputeço) HAHAHAHA. Nossa falando nessa de quase perder o voo eu vou contar uma pra você, ano passado eu viajei para recife e foi eu meu irmão e o brayan, só que cad aum ia em um horário, o brayan seria o primeiro depois meu irmão e depois eu (porque né promoção tem dessas), acordei as cinco da manhã para fazer o café da manh´~a do mozão como uma boa namorada, que é organizada e pontual que sou para que ele não perdesse seu voo as seis e pouca. Pois bem, mesmo eu acordando e fazendo tuuuuuuuuudo pra ele o digníssimo CONSEGUIU se atrasar e ainda cismou de pegar o onibus e nisso eu já estava puta gritando *VOCê VAI PERDER O VOO, pega um taxi agora* aí ele viu que eu já estava ficando vermelho tomate e pegou o taxi e por pouco não me perde o voo. Aí você pensa (ahhhh que bom né…HAHAHAHAH RISUS!!!!) o estresse só estava começando. Quando deu sete e e meia da manhã minha mãe me liga desesperada *FILHA SEU IRMÃO NÃO ATENDE O CELULAR e ontem ele bebeu todas e encheu a cara, acho que ele vai perder o voo. Vai lá em casa acordar ele*
    HAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAH cara isso mesmo!!!! Eu pensei “DEUS, tu só pode estar testando a minha paciência, que merda é essa????” Mas né, fiquei puta mas mesmo assim sai da minha casa e fui correndo lá na casa da minha mãe e quando chego lá meu irmão tá desmaiado na cama ainda cheirando a alcool (eu deveria deixar ele perder o voo pra aprender a lição, mas não foi dessa vez), acordei ele pedi o uber e ele foi. Quando chegou na minha hora de embarcar o meu uber quebra e tive que pedir outro. HAHAHAHAHAH cara esse dia foi tenso. Tô rindo, mas na hora fiquei bem tensa com esses homis enrolados.

  23. Viajento

    julho 19, 2017 at 7:24 pm

    De vez em quando rola uns perrengues assim, por isso que eu gosto de planejar bem as viagens e sempre ir com antecedência para os compromissos com hora marcada, principalmente voos.

  24. Simone Hara

    julho 23, 2017 at 8:37 am

    Depois que passam, os perrengues viram ótimas histórias e confesso que estou rindo até, mas imagino o sufocão na ocasião… rendeu ao menos esse divertido post!

  25. Alê

    setembro 5, 2017 at 12:59 pm

    Depois que passa os perrengues, vira história e a gente sai mais esperta para evitar situações parecidas no futuro. Mas na hora a primeira coisa que vem à cabeça é: “pqp isso não está acontecendo…”. Lembrei de alguns perrenguinhos lendo esse post, mas não sei se escreverei contando não hhahaa

  26. Causos de Viagens #2 - Nýr Dagur

    novembro 20, 2017 at 9:37 pm

    […] já fiz aqui os posts Histórias em hostels e também o Perrengues de viagens #1. E pensando bem, resolvi juntar as temáticas parecidas em uma coisa só, os famigerados causos. […]

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